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jueves, 3 de febrero de 2011

O Modelo VRIO em Português

Caros leitores,

Hoje saiu publicado um artigo meu acerca do modelo VRIO na Metaanálise, tomara gostem dele e do exemplo que a gente usou lá, copio então o artigo a continuação:

O modelo VRIO é uma metodologia para analisar os recursos e capacidades da empresa. De acordo com este modelo, para outorgar uma vantagem competitiva os recursos e as capacidades da empresa têm que responder às seguintes perguntas:

• Os recursos e capacidades da empresa são Valiosos? Provêem de uma vantagem competitiva?

• Os recursos e capacidades da empresa são Raros/Esquisitos. Outros concorrentes também os têm?

• São custosos para Imitar?

• A empresa está Organizada para poder aproveitá-los?

Vamos ver um exemplo que, acredito, explica a utilidade do modelo. Usarei a seleção argentina de futebol porque sou argentino e quero evitar polêmicas sobre a seleção canarinho. Peço ao leitor, porém, que esqueça o fanatismo de torcedor e analise sem preconceitos.

Os recursos e capacidades da seleção argentina são valiosos?

A resposta para esse interrogação é, acredito, que sim. De fato há muitos clubes na Europa que pagaram fortunas por alguns deles.

Os recursos e capacidades da seleção argentina são raros/esquisitos?

Acredito que sim também. Não é qualquer seleção que pode ter jogadores com essas capacidades.

Os recursos e capacidades da seleção argentina são custosos para imitar?

Eu acredito que não só custosos, mas impossíveis de imitar. Se fosse fácil, mesmo para a própria seleção, por que a Argentina não recriou um Maradona ou a seleção do Brasil um Pelé? O que falar então de países menos abençoados que nunca tiveram esses jogadores extraordinários?

A seleção argentina esteve organizada para aproveitar os recursos e capacidades que tinha?

Aqui acredito que não esteve (imagino o sorriso do leitor pensando “por fim em uma falou que não”), porque faltou o sistema de jogo e porque em vez de se pensar nisso na partida com a Alemanha, se pensou em ter a camiseta com a qual se venceu os alemães em 1986. Mas, infelizmente, a Alemanha (como a Holanda, peço licença pela brincadeira) você não vence só com a camiseta.

Resumindo, a única maneira na qual um recurso ou uma capacidade pode prover uma vantagem competitiva é se responder afirmativamente as quatro perguntas. Se não responder, só fica a esperança de mudar a resposta das perguntas para a copa em 2014. E de fato, o único time que respondeu afirmativamente foi o da Espanha.

O seguinte quadro resume as implicâncias das respostas às quatro perguntas:

Fonte: Adaptado pela Midas de J. Barney (2002) Gaining and Sustaining Competitive Advantage

Quais são as vantagens do modelo?

• Pode se relacionar com outros modelos como SWOT, benchmarking, cadeia de valor e oceanos azuis

• Tem foco no que a gerência pode fazer

• É integral

• Nova teoria com respeito ao crescimento e diversificação

Quais são as desvantagens?

• A ambigüidade causal existe também para determinar a importância dos recursos e capacidades. Em linguagem menos técnica, nem sempre está clara a importância dos recursos e capacidades.

• Ainda há pouco suporte empírico para o modelo

Aplicação da SESTA no modelo:

Situação: O modelo VRIO ajuda a tomar decisões de investimento e estratégicas e em sistemas de alerta antecipado

Enfoque temporal: O enfoque temporal da técnica inclui o presente e/ou futuro

Simplicidade de Explicação e Apresentação: Se o modelo VRIO for relacionado com a análise SWOT (Pontos Fortes e Pontos Fracos) é simples de compreender

Teste do bom senso: O modelo faz sentido para quem tem que desenhar a estratégia porque está acostumado a lidar com pontos fortes e pontos fracos

Âmbito de aplicação: O modelo pode ser usado com sucesso ao se analisar a empresa ou a concorrência

Tomara que o modelo VRIO fique mais conhecido e mais usado após a leitura deste artigo, porque é de muita utilidade em sistemas de alerta antecipado e no desenho da estratégia.

Abração,


Lic Adrian Alvarez
Founding Partner
Midas Consulting
Direct Phone (Argentina): +54-11-4775-8983
Direct Phone (Brazil): +55-11-3010-1685

http://www.midasconsulting.com.ar/

domingo, 26 de septiembre de 2010

Modelos de análise estratégica

Caros leitores,

Estou preparando a minha viagem para São Paulo, estarei lá a semana toda e terei conversas com profissionais de inteligência competitiva e estratégia além de participar na segunda conferência de SCIP na América Latina, onde sou membro do board e do comitê organizador da conferência. Eu acredito que vale a pena participar de um evento como esse, já que trazerá o melhor e mais novedoso que há no mundo da IC para América Latina. A programação do evento se pode conferir no seguinte link:

http://www.sciplatam.com/

Tomara possa encontrar uma boa quantidade de leitores lá na conferência!

Hoje queria reproduzir um artigo meu que saiu na Metaanálise sobre modelos de análise estratégica, tomara seja de interesse para vocês!

Neste artigo, Adrian Alvarez, Founding Partner da Midas Consulting, explica o que é a SESTA, uma metodologia para avaliar os modelos que se podem usar na Inteligência.

Uma SESTA para ajudar na análise

Uma parte fundamental do ciclo de inteligência é a análise, porque é por meio dela que são geradas conclusões e recomendações para a decisão que tomarão os gestores da organização. Além disso, podemos dizer que a análise é o principal aporte da área de Inteligência para a performance da companhia.

Mas, o que é um modelo?

Um modelo é uma simplificação da realidade para fazê-la mais compreensível para o analista e o gestor. Ao tornar mais compreensível a realidade, os modelos possibilitam ao analista obter uma maior compreensão do meio ambiente competitivo e, dessa maneira, fornecer propostas implementáveis que possam outorgar à empresa uma vantagem competitiva.

Mas, todos os modelos servem para tudo? Ou tem que se usar modelos de acordo com a situação, a empresa e a indústria?

Os modelos, são, como diz John Prescott, como roupa em um guarda-roupa, você tem que usar de acordo com a ocasião. Não adianta ir de sunga ou fio dental para um jantar de gala, assim como não adianta ir de paletó ou vestido longo para a praia.

Os modelos, portanto, são úteis se cumprirem com uma série de requisitos e têm pontos fortes e pontos fracos, vantagens e desvantagens.

O segredo está em conhecê-los para usá-los com propriedade

Mas um modelo, que acredito serve para avaliar os modelos que se podem usar, é a SESTA.

Mas o que é a SESTA? A SESTA é um acrônimo desenvolvido pela Midas, que resume:

Situação de negócios que se está analisando: Por exemplo, Ataque, Defesa, Etapa no ciclo de vida, Conjuntura. A situação de negócios é extremadamente importante porque dá um marco geral para a análise.

Enfoque temporal: Estamos analisando o período de tempo para o qual o modelo é adequado, por exemplo, Passado, Presente, ou o Futuro?

Simplicidade de Explicação e Apresentação: O modelo que for mais fácil de entender tem uma vantagem sobre qualquer outro, porque facilitará a aceitação da análise e da proposta, além da implementação.

Teste do bom senso: Faz sentido? Este é o teste fundamental, porque o gestor não presta atenção em quem desenhou o modelo, porque ele não é acadêmico. Para o gestor o modelo tem que fazer sentido mais que ser desenhado, por exemplo, por um professor da Harvard.

Âmbito de aplicação: O âmbito de aplicação (Indústria, Mercado, Empresa, Unidade de Negócio) se corresponde com a situação que analisamos?

O modelo SESTA, então, resume o nível de adaptação do modelo para o caso que estamos analisando. Se já se tiver uma classificação dos modelos de acordo com os fatores do modelo SESTA, se facilita a escolha do modelo. Além disso, o SESTA obriga a determinar fatores importantes do caso, que permitirão fazer um diagnóstico melhor.

Não devemos esquecer também que a análise é quem determina os dados necessários e a estratégia de coleta, como pode se ver no seguinte quadro:


Em uma série de artigos futuros, analisaremos alguns modelos de análise estratégica e inteligência competitiva de acordo com o modelo SESTA para facilitar sua aplicação na prática.

Tomara seja de interesse para vocês e possam usar o modelo na prática e comentá-lo no blog.

Grande abraço,

Lic Adrian Alvarez

Founding Partner
Midas Consulting
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lunes, 5 de abril de 2010

Modelo PEST

Casi con un pie en el avión hacia Brasil para asistir a la conferencia de IC de IBC.

A continuación algunas preguntas que pueden servir para realizar un análisis PEST, obviamente es un modelo bastante básico, aunque me parece que es bueno tener una serie de pautas para su aplicación. A continuación vemos algunas de las pautas:

El modelo PEST fue concebido para analizar el entorno político, económico, social y tecnológico en el que se desenvuelve la empresa y determinar de qué manera ese entorno puede afectar su desempeño.

Pero no todas las variables afectan por igual a cada industria y empresa. Por ejemplo, un cambio en el entorno político seguramente afectará, en mayor medida, a una firma energética (habitualmente sometida a regulaciones públicas) que a una puntocom. Así, la energética deberá asignar prioridad a esta variable, monitorear de cerca su evolución y preparar medidas que tiendan a contrarrestar esta tendencia (en caso de que sea negativa).

Entonces, al responder a las preguntas sobre las tendencias, debemos asignar el impacto esperado de cada una de ellas sobre la performance de nuestra industria y de nuestra compañía. De este modo, tendremos la posibilidad de anticiparnos, cambiar nuestra estrategia y disminuir el impacto negativo.

Tendencias políticas

 ¿Qué nuevas leyes y/o regulaciones es posible que se aprueben y tengan un impacto en la industria y la empresa?

 ¿Qué modificaciones se avecinan en política y economía por un cambio en el partido gobernante?

 ¿Qué cambios impositivos pueden esperarse como reacción al superávit/déficit fiscal del gobierno?

 ¿Qué incentivos podría otorgar el gobierno para incrementar la performance de la economía o de nuestra industria?

 ¿Se esperan cambios en regulaciones ambientales?

 ¿Qué competidores se beneficiarían con todos estos posibles cambios?

 ¿De qué forma podríamos modificar nuestra estrategia para beneficiarnos de los cambios esperados?

 ¿Qué podemos hacer para evitar los cambios que tienen un impacto desfavorable?

Tendencias económicas

 ¿Cuáles son las principales tendencias económicas que están impactando en nuestro sector?

 ¿Cómo afecta un aumento de la pobreza, la inflación o el desempleo en nuestra industria y en nuestra empresa? ¿Cómo nos afectaría una disminución en estas variables?

 ¿Cómo afectan esas tendencias a la manera en la que los clientes toman decisiones de compra?

 ¿Qué competidores se benefician con esos cambios?

 ¿Qué medidas podríamos adoptar para beneficiarnos de estos cambios y tendencias?

 ¿Qué podríamos hacer para evitar los cambios que tienen un impacto desfavorable?

Tendencias sociales

 ¿Cómo está afectando el envejecimiento de la población a nuestra industria y a nuestra empresa?

 ¿Cómo nos está afectando la conectividad 24x7?

 ¿Cómo está afectando la "onda verde" a nuestra industria y nuestra empresa?

 ¿Qué canales se están viendo afectados por nuevas costumbres de compra?

 ¿Qué nuevas tendencias con respecto a estilos de vida se perciben en la población?

 ¿Cómo afectarán estas tendencias la manera en la que los clientes toman decisiones de compra?

 ¿Qué competidores se beneficiarán de esos cambios?

 ¿Qué medidas podríamos introducir para beneficiarse de esos cambios y tendencias?

 ¿Qué podríamos hacer para evitar los cambios que tienen un impacto desfavorable?

Tendencias tecnológicas

¿Qué impacto tendrá, en nuestro negocio, la ubiquidad de Internet por su presencia en celulares y dispositivos móviles?

 ¿Qué tecnologías se están imponiendo entre los jóvenes?

 ¿Cómo está posicionada nuestra empresa en esas tecnologías?

 ¿Qué inversiones debemos realizar para aprovechar las nuevas tecnologías y su penetración en los segmentos jóvenes?

 ¿Qué tecnologías pueden tener un impacto disruptivo en mi negocio?

 ¿Qué tecnología podría permitirnos realizar una innovación disruptiva y sacar ventaja a nuestros competidores?

Preguntas generales

 ¿Qué tendencias tendrán mayor impacto en la empresa?

 ¿Sobre cuáles tenemos mayor incertidumbre en su desarrollo y, por lo tanto, deberíamos seguir de cerca en el futuro?

 ¿Qué escenarios podemos construir a futuro en base a estas tendencias?

Comentarios finales sobre el modelo PEST

Hasta aquí, hemos presentado un conjunto de interrogantes que podríamos plantearnos desde el modelo PEST. Este modelo es muy útil como marco general para el planeamiento de la empresa. No obstante, esta fortaleza es también su principal debilidad. En efecto, en muchos casos, el modelo resulta demasiado general para ofrecernos una guía acerca de lo que puede hacer la compañía. De todas formas, omitir el estudio de las tendencias en nuestro análisis puede conducirnos a graves errores de planificación.

Los factores que determinan a qué tipo de tendencia debemos prestarle atención son los factores que determinan los principales ítems de ingresos (por qué y cómo nos compran) y egresos (dónde gastamos y cómo podrían disminuirse los costos).

Espero que les haya sido de utilidad!
__________________
Lic Adrian Alvarez
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lunes, 8 de marzo de 2010

¿Argentina tiene chances en el mundial?

Hola,

Vuelvo a pedirles por favor que completen la encuesta que estoy haciendo acerca de cómo preven, si es que lo hacen, el accionar de los competidoes.

Para completar la encuesta en español por favor cliquear aquí  Se você falar portugués clique aquí para pré-enchê-la   de esa manera me ayudarán a sacar conclusiones un poco más amplias que las que tengo con mis propios clientes y alumnos. Completar la encuesta no lleva más de 10 o 15 minutos (son 15 preguntas con 11 multiple choice, 2 con solamente datos de contacto en caso que los quieran responder y sólo 2 con respuesta abierta).

Vamos a un articulín que escribí en el foro de estrategia en MateriaBiz que me parece puede ser interesante porque explica un modelo que se usa bastante en inteligencia competitiva.

La semana pasada Argentina le ganó a Alemania, adelanto que no vi el partido, sin embargo, percibo que algunos recuperaron el optimismo en la participación del seleccionado nacional en la copa del mundo.

Yo, sin embargo, lamentablemente sigo escéptico.

¿Por qué?

Por mis conocimientos de estrategia.

Si analizamos los jugadores y el equipo que va al mundial uno a uno (aún sin tener la lista definitiva) con el modelo VRIO (Valor, Rareza, Imitabilidad y Organización).

Argentina ranquea muy bien en valor, al menos potencial, con figuras como Messi (y aclaro que a mi me parece un muerto cuando juega con la celeste y blanca), Higuaín, Tévez, De Michelis, Verón, etc.

Rareza tampoco es un problema porque o juegan para Argentina o teniendo en cuenta las regulaciones de la FIFA (si jugó para un seleccionado hacen muy difícil que pueda jugar para otro) es casi imposible que jueguen para otro.

Inimitabilidad (ya sé que inventé una palabra, pero Uds entienden la idea) es también un aspecto a favor, yo creo que por más que me calce los botines ahora no podré imitar a Verón, salvo que me pele. Aunque no creo que ese sea el secreto de su éxito

Igualmente el tema de la inimitabilidad está en el costo, más que en la posibilidad (siempre se puede copiar), el tema es lo bien que lo hagamos y a qué costo. Yo creo que a esta altura del partido, nadie los puede imitar porque faltan sólo tres meses por más recursos que pongan (este es uno de los pocos casos en los que billetera, no mata galán )

Hasta acá, no sé para qué viajan a Sudáfrica los jugadores, podríamos decirle a la FIFA que dé al mundial como disputado y le entregue la copa a Argentina (ya sé que vendrán las quejas brasileñas y españolas, pero esto es un ejemplo solamente y todavía no terminé el argumento).

Veamos la causa fundamental:

Organización: ¿Esta la selección organizada para aprovechar todos esos activos que tiene en sus “insuperables” jugadores? (Que conste en actas que lo de insuperables era irónico, aunque creo que son muy buenos )

La verdad es que creo que no. Creo que aquí es donde fallamos, el técnico fue el jugador más grande del mundo, pero no hace funcionar a nuestros jugadores de la manera más productiva posible porque no tiene un esquema de juego claro, no tiene un equipo con continuidad y tampoco los hace entrenar (cambió 800 veces de esquema, citó a más de 100 jugadores y los manda a la iglesia antes que a entrenar para jugar con Brasil). Aún así y a pesar de él, el equipo clasificó para el mundial.

¿Por qué clasificó?

Por la mano de Dios, que creo que nos favoreció un poco, pero también por los jugadores que tiene, que aún sin continuidad, sin entrenamiento y sin esquema son muy buenos y pueden marcar una pequeña diferencia.

Creo que la suerte es importante (podríamos llamar al modelo VRIOs para incluirla) y que la tenemos, pero también creo que a la suerte hay que ayudarla.

¿Tendremos un cambio en el técnico (queriendo decir que tenga un esquema bueno o malo pero consistente en el tiempo, continuidad en los jugadores y entrenamientos)?

Si lo tenemos, si pasamos a tener organización para la mejor utilización de los recursos, tiemblan Brasil, España y los que se pongan adelante.

A ver ¿qué opinan los lectores futboleros? Al último post no lo respondió nadie, entonces pienso que o no lo entendieron o no les interesó o no se animaron, ahora la temática es más llana y creo que todos tenemos algo que decir, al menos en la Argentina que es un país con 40 millones de DT.

Saludos y no se olviden de completar la encuesta,

Lic Adrian Alvarez
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miércoles, 13 de mayo de 2009

¿Somos unos copiones los profesionales de la inteligencia competitiva?

La otra vez cuando escribía la respuesta a Eliana pensaba que en realidad no inventamos nada, AÚN… Este post es, por lo tanto, bastante viejo, pero me parece que es importante darse cuenta...

Comencemos por el círculo de la inteligencia, que en realidad está medio obsoleto porque no corresponde a la realidad, el círculo proviene de la comunidad de inteligencia gubernamental.

La mayoría de los modelos de análisis vienen de la escuela de planeamiento estratégico, los que no vienen de esa escuela (me niego a decir que las cuatro esquinas vienen de ahí, ya que tienen un origen militar en las capacidades e intenciones que los militares usaban antes que nadie). En realidad ahora voy a ser polémico, a ver si alguien me responde, Porter no inventó nada con sus cinco fuerzas ni con las cuatro esquinas. Las cinco fuerzas estaban ahí, la economía industrial las había estudiado hacía mucho, pero nadie se había puesto a ponerlas todas juntas. El problema es que los estrategas no estudiaban micro-economía, ni lo hacen ahora tampoco ;).

Los modelos que no vienen de ahí, vienen de la escuela militar/gubernamental, por ejemplo alerta anticipada, juegos de guerra, técnicas de elicitación, hipótesis competitivas, etc.

Otros conceptos vienen de la economía comportamental, por más que Ben Gilad diga que lo inventó él, ese tema ya lo habían estudiado Wasserman y Tversky y antes que ellos Porter que es quien escribió (para el mejor de mi conocimiento) primero acerca de puntos ciegos. Como ven hoy estoy teyyyible con la asignación de méritos..

Otros conceptos de la psicología, como por ejemplo el tema de perfiles de los decisores y cómo evitar algunos sesgos.

La parte de monitoreo, ya sea tecnológico, comercial o el que se les ocurra, lo escribió primero Francis Aguilar en los 60 y en realidad tiene base militar, como tantas cosas de la estrategia.

Y, entonces, me surgió la duda… ¿Qué inventamos?

La verdad es que creo que nada… Un giorno tristísimo… como decía una publicidad argentina…

No hay nada nuevo bajo el sol!

¿Alguien me desasna?

¿Me estoy olvidando de algo importante?

Voy a ver si hablo de esto con John Prescott en Chicago (la verdad es que no lo hablé porque no tuve tiempo), porque él está escribiendo acerca de lo que se denomina cuerpo de conocimiento (body of knowledge) de la inteligencia competitiva para la Competitive Intelligence Foundation donde soy el vicepresidente. Espero tener tiempo, porque la verdad es que hay demasiadas cosas por hacer.

Espero que los lectores me desasnen antes, así no hago papelones con John ;) (la verdad es que no llegué a publicar esto por falta de tiempo antes de ir a Chicago)

Igualmente quizás sea un tema que es así por la juventud de la disciplina. La verdad es que podríamos decir que Andrews, Ansoff y Aguilar fueron los primeros (me quedé pensando en que todos tienen apellidos que comienzan con A de Alvarez ;)) aunque no creo llegar nunca a estar entre esos próceres. Igualmente por lo que recuerdo es a Michael Porter a quien consideran el padre de la disciplina (Uds saben como es esto de los padres, sólo la madre es comprobable 100%). Billetera mata galán, decimos aquí y llegar 20 años antes no importa ;)

Saludos,

Lic Adrian Alvarez
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martes, 10 de junio de 2008

Modelos, Análisis Estratégico e Inteligencia Competitiva

Hola,

Hoy quería hablarles de análisis. Una vez leí que la inteligencia es el bien mejor distribuido del mundo, porque todos creemos haber recibido la suficiente. Obviamente estoy hablando de acepción de capacidad de entender o comprender y que nadie se asume como tonto.

A mi entender, el análisis es como la inteligencia, no conozco consultor ni profesional de inteligencia competitiva que no diga que es una de sus fortalezas. Evidentemente eso no es verdad, porque una fortaleza es, por definición, relativa y temporal. Es decir, yo soy más fuerte que mi hijo de 5 años hoy (casi con seguridad no lo sea dentro de 20 años) y soy más débil que Schwarzenegger (si bien no lo conozco personalmente) y no me hago ilusiones de ser más fuerte que el.

Para poder realizar un buen análisis es fundamental conocer un buen número de modelos de análisis, porque los modelos, de acuerdo a la definición que me dieron en la facultad, son simplificaciones de la realidad que se diseñan y utilizan para comprender y analizar mejor un fenómeno. Por lo tanto, al ser simplificaciones, todos tienen debilidades y fortalezas. Es decir, sirven para una situación determinada y no para otra.

Usando una analogía de John Prescott (uno de los gurúes de la IC) los modelos deben ser usados como un guardarropa, uno tiene que ir a una fiesta de gala de traje y a la playa de short/malla/bañador (o como quiera que le digan en el país del lector), porque si va al revés no va a ser muy exitoso.

Un aspecto importante es que conocer los modelos no es suficiente. No es suficiente porque hay como 300-400 modelos de análisis estratégico y hay que tener experiencia usándolos, además de saberlos o conocerlos. Cada vez me pongo más exigente ¿no?

Son raras las publicaciones que nos dicen, mi modelo es bueno para esto, pero malo o no tan bueno para esto otro. Los libros de Babbette Bensoussan y Craig Fleisher son buenos porque ponen un resumen de fortalezas y debilidades de cada uno de los modelos que tratan (y me imagino que se han vendido tanto por eso).

Ahora ¿Cómo distinguimos si el modelo es adecuado?

Primero y antes que nada. El modelo y su aplicación tienen que tener sentido común para el decisor. Para dar un ejemplo, hay modelos, como las opciones reales (ya sé que la mayoría no sabe de qué se trata), que tienen sentido común para el decisor, pero que su aplicación es complicada de entender, por lo que son muy pocas las empresas que la aplican, aunque muchas de ellas lo hacen instintivamente. El que sepa o busque de que se trata, supongo que se dará cuenta por qué.

Hay una manera muy buena de analizar los modelos que se llama FAROUT, pero para eso los remito al artículo que escribieron Babbette y Craig en la Competitive Intelligence Magazine y/o los libros antes mencionados.

Como no podía ser de otra manera, yo tengo algunas propuestas.

Todos los modelos tienen:

1) Ámbito de aplicación: Es para analizar una empresa/unidad de negocio, una industria, un mercado. Si el ámbito de aplicación no es el adecuado, entonces, el modelo no nos sirve.

2) Enfoque Temporal: ¿El enfoque temporal es el correcto? es decir el modelo sirve para analizar el pasado, el presente o el futuro. ¿Nuestro problema está en el mismo horizonte temporal?

3) Situación: Quizás lo más importante de todo ¿Para qué situaciones puede ser óptimo este modelo? ¿Hay coincidencia con la nuestra? ¿Cuáles son las diferencias? ¿Qué tan importantes son las diferencias?

Usando la analogía de John, los dos primeros puntos nos dicen que como es una fiesta más o menos formal tenemos que usar un traje, mientras que el tercer punto nos dice qué corbata y pañuelo tenemos que utilizar. Por ejemplo, para analizar la performance pasada de una empresa hay varios modelos, ahora, cuál elijamos dependerá de la performance que queramos analizar evidentemente no será lo mismo analizar la performance financiera que la comercial ni obviamente se utilizarán los mismos modelos.

Finalmente, cometeré una infidencia de cómo trabajamos en Midas. Nosotros cuando le presentamos algo a un cliente nunca ponemos de acuerdo al modelo de ...., porque eso al decisor no le importa y no creo que sea bueno impresionar al cliente con nuestro saber académico. Al decisor le importa la solución a su problema, no quien diseñó esa teoría, igualmente tengo que decir que el 90% de las veces adaptamos modelos existentes.

Ahora, cuando enseño análisis estratégico e inteligencia competitiva obviamente mencionamos los autores de los modelos, porque hay que dar crédito a las personas que han desarrollado la teoría.

Bueno eso es todo por hoy.

¿Alguna idea al respecto para compartir con el resto?

Lic Adrian Alvarez
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